terça-feira, 9 de setembro de 2014

Hospital do Câncer realiza bazar beneficente nos dias 9 e 10 de setembro


Os voluntários do Grupo Luta Pela Vida organizam o nono bazar do ano. Artigos de cama e mesa, roupas, calçados, acessórios, utensílios, livros, domésticos e brinquedos ficarão expostos amanhã (9) e quarta-feira (10), a partir das 8h, na rua Professor José Inácio de Souza, 3.212, no bairro Umuarama. Todos os itens que serão comercializados têm o propósito de ajudar os seis mil pacientes em tratamento no Hospital do Câncer. Além de colaborar com quem precisa, as pessoas que aproveitarem as variedades do bazar beneficente vão encontrar peças em bom estado de conservação e ótimos preços.   

Todo o dinheiro arrecadado com a comercialização será revertido ao Hospital do Câncer em Uberlândia.

Doações

A comunidade pode contribuir com o bazar disponibilizando roupas e calçados em bom estado de conservação. A entrega pode ser feita no saguão do hospital, no espaço do Grupo Luta Pela Vida. Os doadores que não puderem levar as doações até o Hospital podem agendar a coleta a domicílio pelo telefone (34) 3291-6160.

Bazar beneficente
Data: 9 e 10 de setembro
Horário: das 8h às 16h
Local: Rua Professor José Inácio de Souza, 3.212, no Bairro Umuarama (próximo ao Hospital do Câncer).

Apresentação do projeto na Escola Municipal Domingas Camin

Arte, movimento, cultura e música ditam o tom das atividades artísticas ligadas à dança e à cultura popular que nesta sexta-feira (12), às 16h, acontecem na Escola Municipal Professor Domingos Pimentel de Ulhôa (Santa Mônica).  Além de apresentações de dança com bailarinos dos grupos TerraCotta Dança Afro Contemporânea e Fúria do Gueto com assessoria artística do Grupo Strondum Dança Contemporânea, haverá palestras sobre o projeto e mini cursos ligados aos instrumentos musicais de matriz negra.

No sábado, dia 13 de setembro, às 9h, os professores Mestres João Gabriel do Nascimento e Dickson Duarte Pires, além do diretor Juscelino Souza, vão promover um debate sobre a cultura negra e afro-brasileira na Escola Estadual Honório Guimarães, a partir do vídeo-documentário Dançando a Nossa Cor” que será exibido para os docentes. “Essa atividade tem um cunho formativo e visa promover reflexão sobre a cultura negra e afro-brasileira”, ressaltou a produtora executiva do projeto, Érika Gonzaga.

Todas as atividades fazem parte do projeto TerraCotta Dançando a Nossa Cor que visa cumprir a Lei 10639, em vigor desde 2003, que determina a inclusão de assuntos ligados a cultura, história e sociedade afro-brasileira bem como a relevância da contribuição negra no desenvolvimento do país nos currículos escolares. Além de Érika Gonzaga, produtora executiva, a frente do projeto está Dickson Du-Arte, diretor geral.

Neste ano, o TerraCotta Dançando a Nossa Cor contempla ações em 10 unidades escolares das redes públicas de ensino, atendendo 30 mil alunos de diferentes faixas etárias – com apresentações de dança, oficinas e debates nos turnos letivos, bem como 10 mil docentes entre diretores, colaboradores e administração escolar e 20 mil famílias entre pais e irmãos dos alunos beneficiados - que serão convidados a participar das ações principais e do desdobramento das atividades. “É muito importante que professores e alunos tenham acesso a esse tipo de conteúdo, a fim de estabelecer o diálogo e quebras de paradigmas. Levar esse tema para dentro das escolas é uma forma de  capacitar os professores e ao mesmo tempo levar aos jovens um pouco da história afro-brasileira”, afirma Érika.

Sobre o projeto TerraCotta Dançando a Nossa Cor

O Projeto Dançando a Nossa Cor foi criado há seis anos pelo Grupo TerraCotta com o objetivo de sensibilizar e tratar, por meio da dança, de assuntos ligados a pluralidade da cultura negra e suas variadas formas de expressão. Com recursos próprios, o projeto vem sendo desenvolvido em várias escolas públicas de Uberlândia e região, já que a maioria das escolas das redes de ensino (pública e privada) desconhece a função e os objetivos da Lei 10.639 e de metodologias para sua eficaz aplicação.

O projeto já atendeu 53 escolas da rede pública, 28 da rede particular, além de universidades particulares e institutos. A última instituição a receber o projeto foi a Escola Municipal Domingas Camin, no distrito de Miraporanga. Alunos e professores assistiram a três coreografias temáticas sobre a cultura negra e afro-brasileira e  a palestras sobre o projeto no último dia 5.

Programação de setembro
Apresentações Artísticas – mini cursos
12/09 – 16h – Escola Municipal Professor Domingos Pimentel de Ulhoa (R. Antônio Rezende Chaves, 1540 – bairro Santa Mônica)
19/09 – 16h – Escola Municipal Amanda Carneiro Teixeira (Avenida Professor José Inácio Souza, 1890, bairro Brasil)  

Encontro de professores e palestras
13/09 – 09h - Escola Estadual Honório Guimarães (Rua Carajás, 993 – Lídice)